Poderia ser em Ouro Preto ou na UNB, mas dessa vez foi na UNESP:
Uma turma de 06 alunos foi expulsa por fazer sexo em grupo dentro do alojamento da Escola.
Junto com a orgia, é claro, aconteceram todos os problemas a ela relacionados: barulho, quebradeira e incômodo aos colegas que não estavam na bagunça.
Boa parte dos alunos da Escola se revoltou com as expulsões e começaram a questionar a própria hierarquia e a forma como as decisões são tomadas.
Quebradeira e cadeiras amontoadas novamente tem que fazer parte desse espetáculo circense levado a cabo, justamente, por quem devia estar se cuidando e se preparando para ser útil à sociedade.
Com certeza, quem reclama não deve fazer parte dos que se sentiram ultrajados pelo fato de que o ambiente da academia, que devia ser voltado ao estudo e à preparação ética se transformasse numa zona boêmia ou numa casa de swing.
Hoje, dia 15 de maio está marcada uma paralisação das aulas para reclamar das expulsões dos cretinos.
Até quando vão essas palhaçadas? Até quando o Estado vai gastar para sustentar vagabundos que não dão retorno social quase nenhum e que ainda se arvoram no direito de mandar e desmandar nas Entidades onde aprendem e recebem sua graduação às custas do Povo?
A maioria desses imbecis, principalmente os mais ativos politicamente, não vai nem concluir o curso. Outra parte, vai se graduar, mas vai para a iniciativa privada usufruir, bem ou mal, do diploma que receberam.
Muito poucos estão mesmo imbuídos do espírito de auto desenvolvimento e do compromisso em serem úteis para a sociedade QUE PAGA os seus estudos e a sua manutenção.
E a opinião pública parece não se manifestar como deveria em relação a esses absurdos.
É apenas mais um retrato da crise generalizada de autoridade que se instalou por aí.
Qual a instância que tem autoridade, frente à opinião pública, para impedir essas imbecilidades e pior, esses crimes contra o patrimônio público e contra o Estado?
E o pior. Quando esses vagabundos são abordados pela polícia, com seus cigarros de maconha, seus cabelos e barbas por fazer e sujos de muitos dias, ainda se fazem de vítimas perante a sociedade.
O próprio povo, a própria opinião do público reforça a cômoda posição desses cretinos e permite a continuidade dos abusos.
Somente com a instalação de um clima de maior disciplina e respeito pela autoridade é que se estaria fazendo jus ao gasto que é feito nessas entidades.
Mas a zona, a orgia feita no alojamento de uma Entidade pública é apenas mais um reflexo de tantas outras coisas que andam errado por aí...
quarta-feira, 15 de maio de 2013
A zona na faculdade
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Armadilhas para si mesmos...
As próprias pessoas preparam as armadilhas para si mesmas.
Arranjam mais filhos que conseguem cuidar.
Vão morar mais longe do que conseguem administrar.
E ainda optam por terem bichos de estimação.
No trabalho, escolhem os caminhos mais difíceis para tudo e acabam trabalhando mais que todo mundo.
Há pessoas que parecem se esmerar em sair por aí, inventando formas de se sobrecarregar, e vão, inclusive combinando duas ou mais dessas coisas.
Muitas pessoas não se conformam com apenas um ou dois filhos. Para muita gente boa, era melhor reconhecer a própria incompetência e não se aventurarem nesse caminho. Mas não. O impulso controla a cabeça e vão aumentando os filhos ao custo do seu conforto e, é claro, prejudicando as chances de os filhos serem bem criados com conforto e educação.
Os bichos de estimação são tudo de bom. Dão carinho, afeto e presenteiam as pessoas com aqueles olhares mais doces e as gracinhas que fazem. Mas necessitam de cuidados. Além da alimentação, do carinho, e de atenção, eles pedem mais ainda. Todo o cuidado com a higiene é pouco, mesmo por que, na maioria das vezes, os resultados não são muito bons. Resumindo: Dão trabalho, e muito.
O condomínio distante é um convite à mudança. Uma casa com quintal, brinquedos para as crianças, espaço para os bichos. Só, que o sujeito tem que sair uma hora antes e gasta uma hora a mais para voltar. O resultado é que o tempo que tem disponível em casa fica reduzido em pelo menos umas duas horas. Isso fica pior quando se considera que a ideia era fazer a casa para poder aproveitá-la. Mas, não. O tempo extra vai todo embora no trânsito.
O trabalho exagerado e mal pensado é outra marca registrada das auto armadilhas. Lembretes, roteiros bem estabelecidos, contato pessoal e uso do telefone não são usados como poderiam ser. Como num ritual de auto flagelação, o coitado vai escolher tudo da pior maneira possível para fazer. E acaba trabalhando mais que todos, e fazendo as pessoas trabalharem com ele.
A imaginação dos condenados por si mesmos é enorme. Matricular as crianças para estudar do outro lado da cidade. Ir ver os pais em outro bairro todos os dias. Escolher um pet shop ou um salão de beleza lá no fim do mundo. Nunca mudar o caminho para ir ao trabalho ou a algum lugar para tentar melhorá-lo também é muito importante.
A criatividade é muito grande.
Somente a tentativa constante de melhorar as condições de vida para si mesmo e para a família pode fazer com que esse quadro triste mude um pouco. Um pouco de bom senso ao fazer as escolhas, já visualizando o futuro que elas fornecem pode trazer um bônus enorme de tranquilidade e bem estar.
Arranjam mais filhos que conseguem cuidar.
Vão morar mais longe do que conseguem administrar.
E ainda optam por terem bichos de estimação.
No trabalho, escolhem os caminhos mais difíceis para tudo e acabam trabalhando mais que todo mundo.
Há pessoas que parecem se esmerar em sair por aí, inventando formas de se sobrecarregar, e vão, inclusive combinando duas ou mais dessas coisas.
Muitas pessoas não se conformam com apenas um ou dois filhos. Para muita gente boa, era melhor reconhecer a própria incompetência e não se aventurarem nesse caminho. Mas não. O impulso controla a cabeça e vão aumentando os filhos ao custo do seu conforto e, é claro, prejudicando as chances de os filhos serem bem criados com conforto e educação.
Os bichos de estimação são tudo de bom. Dão carinho, afeto e presenteiam as pessoas com aqueles olhares mais doces e as gracinhas que fazem. Mas necessitam de cuidados. Além da alimentação, do carinho, e de atenção, eles pedem mais ainda. Todo o cuidado com a higiene é pouco, mesmo por que, na maioria das vezes, os resultados não são muito bons. Resumindo: Dão trabalho, e muito.
O condomínio distante é um convite à mudança. Uma casa com quintal, brinquedos para as crianças, espaço para os bichos. Só, que o sujeito tem que sair uma hora antes e gasta uma hora a mais para voltar. O resultado é que o tempo que tem disponível em casa fica reduzido em pelo menos umas duas horas. Isso fica pior quando se considera que a ideia era fazer a casa para poder aproveitá-la. Mas, não. O tempo extra vai todo embora no trânsito.
O trabalho exagerado e mal pensado é outra marca registrada das auto armadilhas. Lembretes, roteiros bem estabelecidos, contato pessoal e uso do telefone não são usados como poderiam ser. Como num ritual de auto flagelação, o coitado vai escolher tudo da pior maneira possível para fazer. E acaba trabalhando mais que todos, e fazendo as pessoas trabalharem com ele.
A imaginação dos condenados por si mesmos é enorme. Matricular as crianças para estudar do outro lado da cidade. Ir ver os pais em outro bairro todos os dias. Escolher um pet shop ou um salão de beleza lá no fim do mundo. Nunca mudar o caminho para ir ao trabalho ou a algum lugar para tentar melhorá-lo também é muito importante.
A criatividade é muito grande.
Somente a tentativa constante de melhorar as condições de vida para si mesmo e para a família pode fazer com que esse quadro triste mude um pouco. Um pouco de bom senso ao fazer as escolhas, já visualizando o futuro que elas fornecem pode trazer um bônus enorme de tranquilidade e bem estar.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Como Envelhecer – Bertrand Russel
Até a data da publicação deste texto o google não retornou nada que parecesse uma tradução melhor do original - Growing old - de Bertrand Russel. Surgiu por isso a ideia de publicá-lo.
A tradução é bem livre e deve haver uma ou outra frase totalmente nova aqui e ali para reforçar a ideia transmitida, pois essa perde força ao ser traduzida para o português. Pura responsabilidade ou irresponsabilidade do autor.
Envelhecendo - Bertrand Russel
Apesar do titulo, o
artigo trata, na verdade, este artigo fala de como não envelhecer. Isso é muito mais
importante na minha idade.
Meu primeiro conselho: Escolha bem seus
ancestrais. Apesar de meus pais terem morrido novos, eu venho fazendo
como meus ancestrais. Meu avô materno, na verdade, foi tirado da
flor de sua juventude na idade de 67 anos, mas meus outros avos
viveram mais de 80. Dos mais antigos eu descobri apenas um que não
viveu muito. Ele morreu de uma doença rara, hoje, tendo sua cabeça
cortada. Uma bisavó, amiga de Gibbon, for até os 92. fazendo terror
até o fim.
Minha avó materna, teve 9 crianças vivas, uma morreu na
infância e vários abortos. Tão logo ficou viúva, se voltou para a
alta educação feminina. Ela foi uma das fundadoras da Faculdade de
Girion. e trabalhou duro para que as mulheres pudessem ser médicas.
Um dia, na Itália, viu um idoso cavalheiro muito triste. Ela
perguntou por que e ele disse que acabava de se separar de seus dois
netos. "Abençoado seja! Eu tenho 72 netos. Se eu ficar triste
cada vez que me separo de um deles, eu sofreria muito". Eu
prefiro a opinião dela. Depois dos 80 anos, com dificuldades para
dormir, lia ciências populares. Eu acho que ela não teve tempo de
perceber que estava envelhecendo. Essa é a receita ideal: Tendo
amplos e definidos interesses e atividades, que estejam ao seu
alcance, não ha motivo para se pensar no numero de anos que você já
viveu, e menos ainda que te falta pouco tempo. Com respeito a saúde,
não tenho nada útil a dizer, pela pouca experiência com doenças.
Como e bebo o que quero e durmo quando não dá para ficar acordado.
Não faço nada especificamente bom para a saúde, pois o que gosto
de fazer e, em geral, saudarei. Psicologicamente. há dois perigos a
se evitar. Um deles e ficar absorvido pelo passado. Isto é, não se
deve viver de memórias de lembranças dos grandes dias, ou de
tristeza pelos antigos que já MO/Ter1311. Os pensamentos devem se
voltar para o futuro e para aquilo em que e possível fazer alguma
coisa. Nem sempre e fácil. O passado vai ficando pesado. É fácil
pensar que as emoções andam mais fortes em sua mente. Sendo e
verdade, deite se esquecer. Se você se esquecer. o mais certo e que
não era verdade. Deve-se evitar também o apego a juventude para
sugar sua vitalidade . As crianças crescem e saem de nossas vidas.
Continuar ligado a elas, pode te transformar num fardo, a menos,
estranhamente. elas precisem disso. Não se deve esquecê-la. mas o
interesse deve ser apenas contemplativo, ou filantrópico. mas não
emocional e chato. Animais são indiferentes as crias assim que elas
vêem alem de si mesmas. Mas o ser humano estica a infância,
dificultando esse momento. O bem estar na velhice e maior pua quem
têm fortes interesses interpessoais em atividades propilas para a
idade. É ai que vale a experiência e onde ela pode ser usada com
liberdade. Não adianta falar as crianças para não errarem. Elas
não acreditam em você, e os erras são parte importante da
educação. Mas sem interesses alheios as pessoas, você pode achar
sua vida vazia sem contato com seus filhos e netos. Somente privando
os de interesses materiais, como um Empréstimo ou fazendo-lhes unta
roupa, e que você fera certeza de que eles estão por perto pela sua
companhia. Alguns idosos são oprimidos pelo medo da morte. Na
juventude isso se justifica. Os podem ter medo de serem mortos em
batalha. Justifica-se a amargura de achar que lhes podem ser
retiradas as melhores coisas da vida. Mas os idosos já conhecem as
alegrias e sofrimentos da humanidade, e depois de tanta coisa, o medo
da morte e pobre e ignorante. O melhor meio de superar isso e variar
os interesses e torna-los mais impessoais. até que o ego se acomode
e sua tida. gradualmente. passe a fazer parle da vida universal. A
vida deve ser como um rio. Pequena no começo, limitada pelas
margens, descendo apaixonadamente por rochas e quedas d'água. Aos
poucos, o rio cresce, as margens se alargam e a água flui mais
devagar no final. Sem aviso maior, ela se mistura ao mar. Sem dor,
acaba sua existência individual. O homem que. idoso. Viva sua vida
assim, não tema a morte, ele sabe que sua obra continua. Essa
certeza faz todo o resto ser melhor recebido. Devo desejar morrer
ainda ativo , ciente de que os muros se encarregarão de tudo, após
min e contente com o pensamento de rumo foi possível ter feito tudo.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Desobedecendo Newton
Ter
as reações certas nos momentos certos é fácil.
Ação e reação são muito fáceis de vivenciar. O ser humano é treinado para isso desde a infância.
Difícil é se educar para
fazer o melhor possível quando tudo é adverso, quando as coisas não dão
muito certo.
Todo mundo espera que você haja de determinadas maneiras em certas situações.
Sentir-se
incomodado por ter que ficar esperando, por exemplo. Ter aquela impaciência no
trânsito quando ele está lento é o normal.
Em geral é possível até sistematizar como vão funcionar as emoções das pessoas quando confrontadas com certos impulsos. A certeza da previsibilidade do comportamento humano é um prato cheio para os empresários.
As empresas de televisão, por exemplo, vivem disso. Ao
produzirem emoções baratas para quem assiste a uma novela já se sabe que quem está descansando e se divertindo não quer muito trabalho em equacionar uma ideia ou apreciar uma arte mais complexa.
Entre
as crianças e adolescentes essa reação negativa se manifesta geralmente pela falta de vontade de estudar. A vontade
acordar mais tarde. A "raivinha" por causa de um professor mais
severo.
Isso é o básico.
Qualquer ser humano se comporta assim, naturalmente.
Difícil, mas extremamente recompensador é reverter as situações e fazer o inesperado.
Tente
ver as vantagens de acordar mais cedo, por exemplo.
É possível até colocar no
papel, mesmo. O dia mais longo. Uma quantidade maior de tarefas que
podem ser feitas. Tirar mais tempo para si mesmo.
E não é tão difícil assim conseguir contrariar as expectativas. Basta usar a cabeça procurar formas de se posicionar a respeito do assunto e ver como se poderia reagir de outra forma. Uma boa leitura, jogos mentais.
Um exercício interessante para quem tem problemas para se levantar:
Tente fingir por algum tempo que você não consegue se levantar. Pense no prejuízo advindo dessa sua incapacidade. Pense em quantas pessoas cheias de tarefas não conseguem se mover por não conseguirem sair da cama. Pense em como vai ser triste desistir de tudo, das suas metas, de boa parte das amizades. Pense que não vai encontrar os amigos gente boa, não vai sentir o cheiro do café na casa dos outros.
Um dos aspectos negativos dessas reações tão previsíveis é o fato de que se pode perder boas oportunidades por causa delas. Uma dificuldade inicial com um idioma, por exemplo, pode causar uma reação negativa que pode redundar em que a pessoa nunca venha a aprender essa língua. Nesse caso, todas as oportunidades ligadas ao conhecimento em questão estarão sendo jogadas fora.
Aquele
professor mais exigente pode ser o que faltava para você começar a
levar a sério a escola. Pode ser nesse momento que você vê que há
motivos bons para trabalhar mais firme nos deveres de escola, por
exemplo. Mesmo por que, um dos motivos pelos quais ele pode parecer
severo é pelo fato de você parecer fraco. Portanto, a melhor maneira de
reagir a ele é provar o contrário.
Um dos nomes para a capacidade em reagir de maneira diferente da maioria pode ser maturidade. Ela também é o conhecimento, a ciência do resultado a ser obtido com essa ou aquela atitude. Em gera, acompanhando a maturidade vem também a capacidade de conhecer os próprios limites e superá-los.
Maturidade é, entre outras coisas, a capa que veste os fortes.Treinando
bastante, ela pode chegar de uma maneira muito mais tranquila e com enormes benefícios.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
2014 World Cup at Brazil - we survived!!!
I was in Brazil during the 2014 World Cup.
Some experiences can not be lost.
It Should be written for posterity so that was exciting.
I went to a city called Belo Horizonte.
The National soccer team of my country would play some games there.
The hotel that hosted me was on the other side of town.
We arrived about 3 or 4 days before.
We know a historic City called Ouro Preto.
Beautiful old town, with many old houses.
Impressive as the tires of the cars are good, in Brazil.
Because the asphalt is very bad.
Really, you have to be very happy to come back to the hotel alive.
A lot of curves and twisty roads.
In many places, you never know what the trucks occupy the entire track
So you have to guess which side you can pass with security.
But we survived.
We then went to the Serra do Cipo.
Very beautiful place if you finally get there.
We decided to stay for a night there.
Because at the first day, we could only get there at 04 p.m.
We ate lots of food, including a strongly smelling thing called “piqui”.
There are interesting types of foods at Brazil.
The human digestive system can not modify the huge smell of food when it enters
And the smell is the same when the food comes out of our body.
“Piki, plantain banana, acai” ... All very exotic and smelly ...
With great difficulty, we managed to get back to hotel in time to go the first game ...
Paying for hosting in two places at once ...
We arrived at the hotel after lunch time on the first game ...
We are glad why someone told us to get out quick to go to game ...
We left at 3 pm. Luck!
Still had time to watch the second time of the play...
And the bus had bathroom ...
To return was more quiet ...
We saw the sunrise on the bus ...
Would have been fine, if it was not an accident ...
Killed only 5 people ... They said it was easy ...
They say it happens in many "anel rodoviário"
This trap traffic would be like a highway around the city ...
But once you enter, it takes a lot of time to get out ...
It gives the impression that there are people living and reproducing there...
And dying... a lot...
Because it comes at great cost and hardly get out ...
After these time, my team was playing in Brasilia ...
They said it was the capital of the country ..
There are no sidewalks ...
Cars park on 90th where the sidewalk would be ...
Also park anywhere they can ...
There are cars everywhere in Brazil ...
Even inside the houses ...
They say taxes were reduced ...
Funny, why a Corolla in Brazil costs more than four times what it costs in my country ...
It was fun trying to get on the stadium...
We went out in the morning ...
For the game that was going to happen at night ...
Someone suggested that walking would be better ...
But we thought we were going to have heat stroke and dehydration ...
We just know the restaurants 24 hours ...
And all the girls who attended the night away at the streets...
Then we was getting used to sleeping on the bus,
But, every long and bad night finally becomes a sunrise...
My team lost ...
And I went back to my country ...
I can not miss Brazil much...
But if I have to go back there to watch another Cup
It will be easy ...
Instead of booking a hotel,
Just book a bus ..
And that is a good bus ...
Some experiences can not be lost.
It Should be written for posterity so that was exciting.
I went to a city called Belo Horizonte.
The National soccer team of my country would play some games there.
The hotel that hosted me was on the other side of town.
We arrived about 3 or 4 days before.
We know a historic City called Ouro Preto.
Beautiful old town, with many old houses.
Impressive as the tires of the cars are good, in Brazil.
Because the asphalt is very bad.
Really, you have to be very happy to come back to the hotel alive.
A lot of curves and twisty roads.
In many places, you never know what the trucks occupy the entire track
So you have to guess which side you can pass with security.
But we survived.
We then went to the Serra do Cipo.
Very beautiful place if you finally get there.
We decided to stay for a night there.
Because at the first day, we could only get there at 04 p.m.
We ate lots of food, including a strongly smelling thing called “piqui”.
There are interesting types of foods at Brazil.
The human digestive system can not modify the huge smell of food when it enters
And the smell is the same when the food comes out of our body.
“Piki, plantain banana, acai” ... All very exotic and smelly ...
With great difficulty, we managed to get back to hotel in time to go the first game ...
Paying for hosting in two places at once ...
We arrived at the hotel after lunch time on the first game ...
We are glad why someone told us to get out quick to go to game ...
We left at 3 pm. Luck!
Still had time to watch the second time of the play...
And the bus had bathroom ...
To return was more quiet ...
We saw the sunrise on the bus ...
Would have been fine, if it was not an accident ...
Killed only 5 people ... They said it was easy ...
They say it happens in many "anel rodoviário"
This trap traffic would be like a highway around the city ...
But once you enter, it takes a lot of time to get out ...
It gives the impression that there are people living and reproducing there...
And dying... a lot...
Because it comes at great cost and hardly get out ...
After these time, my team was playing in Brasilia ...
They said it was the capital of the country ..
There are no sidewalks ...
Cars park on 90th where the sidewalk would be ...
Also park anywhere they can ...
There are cars everywhere in Brazil ...
Even inside the houses ...
They say taxes were reduced ...
Funny, why a Corolla in Brazil costs more than four times what it costs in my country ...
It was fun trying to get on the stadium...
We went out in the morning ...
For the game that was going to happen at night ...
Someone suggested that walking would be better ...
But we thought we were going to have heat stroke and dehydration ...
We just know the restaurants 24 hours ...
And all the girls who attended the night away at the streets...
Then we was getting used to sleeping on the bus,
But, every long and bad night finally becomes a sunrise...
My team lost ...
And I went back to my country ...
I can not miss Brazil much...
But if I have to go back there to watch another Cup
It will be easy ...
Instead of booking a hotel,
Just book a bus ..
And that is a good bus ...
Copa do Mundo 2014 - eu sobrevivi...
Tradução meio tosca do depoimento de um gringo falando sobre a Copa do Mundo de 2014, no Brasil:
Eu estive no Brasil durante a copa de 2014.
Algumas experiências não podem ficar perdidas.
Devem ser escritas para a posteridade de tão emocionantes que foram.
Eu fui a uma cidade chamada Belo Horizonte.
A seleção do meu país ia jogar alguns jogos lá.
O hotel que me hospedou ficava do outro lado da cidade.
Cheguei uns 3 ou 4 dias antes.
Fomos conhecer Ouro Preto.
Bonita cidade antiga, com muitas casas antigas.
Impressionante como os pneus dos carros são bons, no Brasil.
Pois o asfalto é muito ruim.
Realmente, Você tem que ficar muito feliz de chegar vivo.
Curvas e muitas curvas nas estradas.
Em muitos lugares, que nunca se sabe quais são, os caminhões ocupam a pista toda
Então você tem que adivinhar de que lado passar.
Mas sobrevivemos.
Fomos então à Serra do Cipó.
Lugar muito bonito, quando se chega lá.
Acabamos tendo que nos hospedar por lá.
Pois no primeiro dia, só conseguimos chegar onde íamos às 04 horas da tarde.
Comemos muita comida, inclusive uma coisa cheirosa chamada piqui.
Interessante certas comidas do Brasil.
O sistema digestivo humano não consegue modificar muito o cheiro de quando tal comida entra
E o cheiro é o mesmo quando a comida sai do nosso corpo.
Piqui, banana nanica, açaí... Tudo muito exótico e fedorento...
Com muito custo, conseguimos voltar a tempo de ver o primeiro jogo...
Pagando hospedagem em dois lugares ao mesmo tempo...
Chegamos no hotel depois do almoço no dia do primeiro jogo...
Ainda bem que alguém nos avisou para sairmos rápido para ir ao Mineirão...
Saímos às 3 horas da tarde. Sorte!
Ainda deu tempo de assistir o segundo tempo...
E o ônibus tinha banheiro...
Para voltar foi mais tranquilo...
Vimos o nascer do sol no ônibus...
Teria sido bonito se não fosse um acidente...
Matou só 5 pessoas... Disseram que foi pouco...
Dizem que acontecem muitos no “Anel Rodoviário”
Essa armadilha de trânsito seria como uma highway em torno da cidade...
Mas depois que se entra, demora-se muito a sair...
Dá mesmo a impressão de que existe gente morando e se reproduzindo ali
Pois com muito custo se entra e quase não se consegue sair...
Depois o meu time foi jogar em Brasília...
Dizem que é a capital do País...
Não há calçadas...
Os carros estacionam em 90º onde seria a calçada...
Também estacionam em qualquer lugar que conseguem...
Há carros para todos os lados no Brasil...
Até dentro das casas...
Dizem que os impostos foram reduzidos...
Engraçado por que um Corola no Brasil custa mais de 4 vezes o que custa no meu país...
Era muito divertido tentar chegar no campo...
Saíamos de manhã...
Para o jogo que ia acontecer à noite...
Alguém sugeriu que caminhando seria melhor...
Mas achamos que íamos ter insolação e desidratação...
Muito quente aquela cidade...
Acabamos conhecendo os restaurantes 24 horas...
E todas as meninas que atendiam pela noite afora...
Só tivemos que tomar cuidado pois algumas meninas tinham um apêndice externo...
Depois já estava me acostumando a dormir no ônibus,
Graças a Deus, toda noite escura acaba tendo um fim...
O meu time perdeu...
E eu voltei para o meu país...
Não consigo sentir muita saudades do Brasil...
Mas se tiver que voltar lá para assistir outra copa
Vai ser fácil...
Ao invés de reservar um hotel,
Basta reservar um ônibus..
E que seja um bom ônibus...
Eu estive no Brasil durante a copa de 2014.
Algumas experiências não podem ficar perdidas.
Devem ser escritas para a posteridade de tão emocionantes que foram.
Eu fui a uma cidade chamada Belo Horizonte.
A seleção do meu país ia jogar alguns jogos lá.
O hotel que me hospedou ficava do outro lado da cidade.
Cheguei uns 3 ou 4 dias antes.
Fomos conhecer Ouro Preto.
Bonita cidade antiga, com muitas casas antigas.
Impressionante como os pneus dos carros são bons, no Brasil.
Pois o asfalto é muito ruim.
Realmente, Você tem que ficar muito feliz de chegar vivo.
Curvas e muitas curvas nas estradas.
Em muitos lugares, que nunca se sabe quais são, os caminhões ocupam a pista toda
Então você tem que adivinhar de que lado passar.
Mas sobrevivemos.
Fomos então à Serra do Cipó.
Lugar muito bonito, quando se chega lá.
Acabamos tendo que nos hospedar por lá.
Pois no primeiro dia, só conseguimos chegar onde íamos às 04 horas da tarde.
Comemos muita comida, inclusive uma coisa cheirosa chamada piqui.
Interessante certas comidas do Brasil.
O sistema digestivo humano não consegue modificar muito o cheiro de quando tal comida entra
E o cheiro é o mesmo quando a comida sai do nosso corpo.
Piqui, banana nanica, açaí... Tudo muito exótico e fedorento...
Com muito custo, conseguimos voltar a tempo de ver o primeiro jogo...
Pagando hospedagem em dois lugares ao mesmo tempo...
Chegamos no hotel depois do almoço no dia do primeiro jogo...
Ainda bem que alguém nos avisou para sairmos rápido para ir ao Mineirão...
Saímos às 3 horas da tarde. Sorte!
Ainda deu tempo de assistir o segundo tempo...
E o ônibus tinha banheiro...
Para voltar foi mais tranquilo...
Vimos o nascer do sol no ônibus...
Teria sido bonito se não fosse um acidente...
Matou só 5 pessoas... Disseram que foi pouco...
Dizem que acontecem muitos no “Anel Rodoviário”
Essa armadilha de trânsito seria como uma highway em torno da cidade...
Mas depois que se entra, demora-se muito a sair...
Dá mesmo a impressão de que existe gente morando e se reproduzindo ali
Pois com muito custo se entra e quase não se consegue sair...
Depois o meu time foi jogar em Brasília...
Dizem que é a capital do País...
Não há calçadas...
Os carros estacionam em 90º onde seria a calçada...
Também estacionam em qualquer lugar que conseguem...
Há carros para todos os lados no Brasil...
Até dentro das casas...
Dizem que os impostos foram reduzidos...
Engraçado por que um Corola no Brasil custa mais de 4 vezes o que custa no meu país...
Era muito divertido tentar chegar no campo...
Saíamos de manhã...
Para o jogo que ia acontecer à noite...
Alguém sugeriu que caminhando seria melhor...
Mas achamos que íamos ter insolação e desidratação...
Muito quente aquela cidade...
Acabamos conhecendo os restaurantes 24 horas...
E todas as meninas que atendiam pela noite afora...
Só tivemos que tomar cuidado pois algumas meninas tinham um apêndice externo...
Depois já estava me acostumando a dormir no ônibus,
Graças a Deus, toda noite escura acaba tendo um fim...
O meu time perdeu...
E eu voltei para o meu país...
Não consigo sentir muita saudades do Brasil...
Mas se tiver que voltar lá para assistir outra copa
Vai ser fácil...
Ao invés de reservar um hotel,
Basta reservar um ônibus..
E que seja um bom ônibus...
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Fundamentalismo e ignorância
O fundamentalismo depende de um ciclo de ignorância para existir.
A ignorância começa na cabeça do guia que já não sabe as consequências dos seus atos;
Depende muito de achar um vazio quase absoluto na cabeça do crente, do seguidor;
E depende ainda que essa ignorância seja preservada fechando o próprio universo à interação com outros meios para se preservar.
A mente doentia já existe, antes do líder atingir o grupo e conseguir poder sobre ele. O que não existia e nunca vem a existir é a preocupação em ter cultura de verdade, em encontrar a verdade. Na cabeça doente e ambiciosa do lobo, do usurpador, o futuro já está preparado mas não depende de que ele desenvolva conhecimento, absorva informação. Não há preocupação de ter uma formação decente.
Maturidade e sentimentos bons, então nem pensar. Todos os movimentos, mesmo os aparentemente bondosos são conduzidos no sentido de prejudicar alguém e tirar dinheiro para si.
Desde Hitler - que até enganava bem como falso erudito - aos grandes líderes da bandeira vermelha, dos barbudos que falam árabe aos pastores ricaços o poder tinha que envolver a mitificação. Até hoje acontece isso por aí afora. Até entre o povinho que da ditadura militar tinha general que gostava de falar que nunca havia lido um livro. Mesmo que fosse mentira, ainda mostra bem muito o valor mínimo que esses monstros dão à cultura.
Entre os fiéis é que a falta de informação, de cultura e de estudo campeia solta, mesmo. Entre os líderes é necessário aprender pelo menos um pouco para saber enganar. Mas para ser enganado, quanto mais burro, melhor.
Quando foi dito, "vinde a mim as criancinhas" o sentimento era de pureza. Nos tempos de hoje o importante é que o subjugado seja o mais tapado possível. Daí ele vai acreditar em tudo. Vai se deixar enrolar e enredar indefinidamente pelo poder e o carisma dos que o lideram.
Só pode ser excesso de alienação, de ausência de pensamento próprio o fato de que um sujeito possa pensar em dar um cartão de crédito a um imbecil que diz conduzi-lo. Também não lhe passa pela cabeça que possam haver artistas por ali fingindo fazer o mesmo para que ele os imite.
Mas apenas ter ignorância não é o bastante. Ela precisa ser reforçada e protegida. Nesse sentido, nada supera as religiões para criar um sistema de crença que desacredite qualquer coisa que não o interessa. Com a pecha de mal, de diabólico, qualquer discussão arriscada é evitada e preserva o desconhecimento do crente em relação à verdade.
Exemplo é o fato de qualquer ataque à humana estrutura da religião é imediatamente assumido como um ataque à própria divindade. A utilidade desse ardil é evidente. Se não é possível atacar as religiões sem atacar a Deus, então os homens que a conduzem jamais poderão ser atacados. E nessa confusão entre Deus, religião e seus guias humanos e sujeitos a faltas, quem perde é o seguidor que nunca tem a consciência do que está acontecendo com ele.
Somente a permanência na ignorância da própria realidade é que permite ao crente continuar dominado pelo seu senhor. Isso funciona tanto com os sacerdotes, quanto com os ditadores quanto com qualquer líder que queira se apossar de uma alma humana. Ele tem que se apossar de uma mente vazia, sem instrução e mantê-la assim. Ele também não precisa de instrução. Todo o seu tempo tem que ser investido em ganhar mais com as situações que propõe. Acima de tudo suas imposições tem que tentar disfarçar a obrigação que o crente tem de não ver a verdade do que está acontecendo. Mais um ponto na escala de mediocridade para vários países em desenvolvimento por ai...
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